Eixo social

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Abordagem e desenvolvimento do eixo social

O Plano de Sustentabilidade do Bankinter articula a gestão da dimensão social através do seu projeto "Um banco para todos" com o objetivo de construir um banco mais integrador e inclusivo, onde todas as pessoas, independentemente das suas capacidades, não encontrem qualquer barreira na sua relação com o Bankinter.

O compromisso da entidade é materializado na implementação de políticas ativas, sistemas de gestão e programas focados no desenvolvimento da acessibilidade física, tecnológica e de comunicação, bem como ao voluntariado profissional e o apoio ao terceiro setor.

O banco envolve empregados, clientes e organizações do terceiro setor para o desenvolvimento conjunto de projetos de caráter social e cultural, atuando em diferentes áreas.

Projeto "Um banco para todos"

O Bankinter identifica como grupo de interesse prioritário, para o desenvolvimento deste projeto, o grupo de pessoas com incapacidade. O seu objetivo é dotar todos os seus canais da máxima acessibilidade, procurando eliminar as barreiras físicas, tecnológicas e as derivadas do conhecimento, e incorporando a incapacidade na cadeia de valor do banco.

Além disso, a entidade é consciente de uma tendência social como é o progressivo envelhecimento da população, relacionado com o aumento da esperança de vida e a baixa taxa de natalidade verificada em Espanha. Isto traduz-se num maior grau de dependência da população e, portanto, numa maior procura de acessibilidade.

Os cinco princípios da sua Política de Acessibilidade são:

  1. Cumprir com os critérios DALCO (Deambulação, Apreensão, Localização e Comunicação) no ambiente construído e outras medidas de boas práticas que a entidade subscreva e sejam aplicáveis à melhoria da acessibilidade universal.
  2. Implementar os processos necessários para obter a melhoria contínua do Sistema de Gestão da Acessibilidade e, desta forma, otimizar o ambiente e as instalações que o Bankinter oferece aos seus grupos de interesse, independentemente de apresentarem ou não incapacidade física, sensorial ou intelectual.
  3. Promover um comportamento responsável a partir da acessibilidade universal e tornar participantes os grupos de interesse, dando-lhes a conhecer, através da Memória Corporativa e Websites do Bankinter, a evolução e resultados da Política de Acessibilidade Universal.
  4. Consciencializar e formar os empregados em contacto com clientes e visitantes em matérias relacionadas com o apoio a pessoas com incapacidade, utilização e manutenção adequadas das instalações e outras matérias que sejam consideradas de interesse.
  5. Apoiar o desenvolvimento de projetos de conservação e melhoria do ambiente construído, produtos e serviços a partir da acessibilidade universal.

O Comité de Sustentabilidade é o órgão responsável pelo acompanhamento e impulso das ações desenvolvidas no âmbito desta Política.

Acessibilidade física

Para dar resposta a esta crescente necessidade, a entidade implantou um Sistema de Gestão da Acessibilidade Universal (SGAU), com o claro compromisso de colocar à disposição de todas as pessoas que se relacionem com o Bankinter, instalações e meios que lhes permitam aceder aos seus serviços num ambiente acessível, independentemente das suas capacidades. Este sistema foi certificado segundo a Norma da AENOR UNE 170001 como Acessibilidade Física Universal.

Além disso o Bankinter oferece serviços acessíveis variados, tais como o cartão de coordenadas em braille para ser possível operar através do telefone ou o extrato mensal em formato de letra grande e formato áudio.

99,5% das filiais do banco são acessíveis a pessoas com mobilidade reduzida e estão a ser instalados dispositivos que facilitam a audição e a leitura, tais como fichas magnéticas para utilizadores de auscultadores ou lentes para presbíopes.

O Manual de obras da área de imóveis inclui critérios de acessibilidade para garantir que qualquer obra nova ou de restauro na rede de escritórios obedeça a estes critérios.

Acessibilidade tecnológica

Através do desenvolvimento dos canais à distância e da implementação das melhores tecnologias, o banco pretende oferecer um serviço acessível a qualquer cliente em qualquer lugar.

As TIC são um fator chave na promoção da integração. Graças a elas, muitas atividades podem ser realizadas sem interação com o ambiente construído, abrindo enormes possibilidades de normalização da vida quotidiana e acessibilidade ao mundo financeiro. A entidade potencia a e-acessibilidade entendendo-se como tal a supressão de barreiras, tanto de hardware como de software, que impedem o acesso às tecnologias, de um amplo grupo de pessoas com incapacidades físicas, intelectuais, sensoriais e também idosos.

O Bankinter possui um "Plano Operacional de Acessibilidade TIC" com o objetivo de criar e consolidar uma metodologia de trabalho que garanta a integração da acessibilidade nos diferentes processos do banco e assim, de acordo com os princípios e valores corporativos, impulsionar a relação da entidade com o grupo de pessoas com incapacidade, no que respeita a canais de acesso e conceção de produtos e serviços.

A entidade dispõe de um sistema que permite que pessoas com incapacidade visual possam operar utilizando um conjunto de coordenadas através do teclado, com plena garantia de segurança.

Para pessoas com incapacidade auditiva, o Website do Bankinter dispõe de um vídeo explicativo em linguagem gestual com informação sobre conteúdos, funcionalidades do portal e como operar através dos diferentes canais. Além disso o banco possui um serviço de videochamada em linguagem gestual, atendido por profissionais do banco especialistas nesta linguagem para efetuar operações e receber assessoria em produtos e serviços, sendo este único no mundo.

Ver Serviço videochamada Ver Serviço videochamada
Ver Serviço videochamada Ver Serviço videochamada

Foi também desenvolvido um reprodutor de vídeo acessível que permite a todos os utilizadores usar os reprodutores de vídeo alojados nos Websites.

A entidade renova periodicamente as certificações do seu portal financeiro Bankinter.com, que foi o primeiro em alcançar o nível "Duplo A" (AA) de Acessibilidade Web e "Triplo A" (AAA) em determinadas páginas informativas. Renovou também a certificação europeia de acessibilidade "Eurocert".

Programa de formação para a integração financeira

O Bankinter, com o seu programa "Um banco sem letras pequenas", quer facilitar o acesso à prática bancária mais habitual daquelas pessoas que, devido ao seu tipo de incapacidade, tiveram que depender de terceiros para se relacionar com as entidades bancárias.

Trata-se de facilitar o acesso e integrar esta rotina de maneira autónoma e independente na sua vida quotidiana. Este é o objetivo, tanto do curso de formação sobre conceitos básicos bancários para pessoas com incapacidade auditiva, como o programa de quatro módulos de formação sobre conceitos e operação bancária habitual, para pessoas com incapacidade intelectual.

O primeiro curso é ministrado nas diferentes federações territoriais do CNSE (Confederação Nacional de Pessoas Surdas) por pessoal do Bankinter especialista em Linguagem Gestual; por outro lado, os quatro módulos de formação dirigidos a pessoas com incapacidade intelectual são concebidos e ministrados por voluntários do banco previamente formados, para conseguir a correta adaptação e eficácia dos conteúdos do programa.

A entidade trabalha bidirecionalmente, ao considerar que a falta de conhecimento dos empregados do banco no momento de atender corretamente uma pessoa com incapacidade, pode também constituir uma barreira que deve ser eliminada para melhorar a acessibilidade.

Por este motivo, o Bankinter leva a cabo diversos programas de formação, presenciais e on-line, que abrangem empregados e clientes e que são concebidos para alcançar uma relação bidirecional integradora e acessível.           

No Protocolo de Apoio, o banco incluiu todas as indicações necessárias para proporcionar uma relação ótima e de qualidade com este grupo. Os empregados têm à sua disposição um Manual de apoio a pessoas com incapacidade em serviços bancários elaborados em colaboração com a Fundação ONCE.